Fala - se muito do desemprego jovem e do mal trato dos jovens no emprego ou até da forma como são vistos nos empregos e da descriminação que sofrem.
Desculpem lá, mas concordo quando dizem que eles são arrogantes, rudes, "donos do seu nariz", não aceitam conselhos dos mais velhos e querem impor a sua opinião a quem não concorde. Porque acham que muitas lojas inovadoras fecham em certas e determinadas terras? Porque os jovens à frente dela não querem saber do que a população pensa ou acredita que todos são comos eles. OS JOVENS SÓ AGRADAM AOS JOVENS!
A faicha etária dos 30 aos 50 anos são quem sofre mais. Juntem essa malta numa faixa etária " A MATURIDADE" e verão quem sofre verdeiramente de descriminação no emprego (nomeadamente mulheres). São demasiado novos(as) para a reforma começar e demasiado velha paracomeçar a trabalhar.
Não são boas escolhas para subir de escalão pois não acrescentam nada de novo ao que há. Haja apadrinhamento e: operadoras de telefone, cafés, restaurantes, tascas e afins. Sabem o que dizem a uma pessoa entre os 30 e os 50 quando no desemprego? "Já pensou criar o seu próprio emprego? Damos - lhe o seu dinheiro todo de 1 vez e você aposta em criar o seu posto. Procure um nicho e parta para isso. Se fôr à falência, lamento mas não podemos ajudar, pois já lhe demos o seu dinheiro todo."
Isto não é justo! Depois há reformas minúsculas e gente a passar fome. Os jovens não têm escrúpulos quando chega a hora de despedir, mas os de maior idade sim. Eles levam em conta a família e a saúde dos familiares.
Tive numa proposta de emprego em mesa redonda em que após nos apresentar - mos o senhor disse: "Só há uma vaga para emprego. Se vocês fossem eu a quem o davam e porquê?"
Excepto 1 jovem que disse: " Para mim que preciso do meu primeiro emprego", todos nós respondemos:" Aquela senhora, porque tem filhos para criar".
Ao que ele retorquiu: " Então está feito. Bem haja por terem vindo. Podem ir. Quero falar só com a tal senhora. O emprego vai para ela, uma vez que os outros não se emportam que o emprego vá para ela."
Fiquei triste e revoltada? Fiquei. Percebi que tipo de entrevista era? Na altura não, mas agora sim. Uma entrevista ao caráter da pessoa, à vida pessoal, ao ver até que ponto necessitava do emprego, à moralidade e educação da pessoa. O CV é só parte, o resto... isso vale mais. Por esse motivo, muitos jovens têm poucas chamadas para o emprego. Porque a sua atitude é como a deste, com o qual me cruzei. O desrespeito pela senioridade e por quem necessita.